" JOVENS DILIGENTES RECONHECENDO O VERDADEIRO VALOR DO SEXO À LUZ DA BÍBLIA " - Parte 4
10/07/2012 13:55
O CRISTÃO,O SEXO E O SEU REAL PROPÓSITO- Parte 4
HOMOSSEXUALISMO
A Igreja compreende a existência da homossexualidade e respeita a pessoa do homossexual por considerá-lo possível vítima de:
A- Educação inadequada nos primeiros anos de vida. Desvio de formação por meio de inversão de valores: Menino criado como menina; menina criada como menino.
B- Traumas na infância e na adolescência por desajustes familiares: crianças maltratadas ou violentadas física, moral e sexualmente. Orfandade precoce e bastardia: crianças e adolescentes de rua ou confinadas em orfanatos.
C- Convívio formador com uma sociedade permissiva, sem fronteiras entre o moral e o imoral, entre o decente e o concupiscente, entre o carnal e o espiritual. O indivíduo se corrompe, até por assimilação inconsciente, ao permanecer longamente no meio corruptor,
especialmente se padecer de fragilidade personal e influenciabilidade de caráter. O homem não é um “produto do meio”, mas da árvore familiar.
O meio colabora na maturação do fruto, mas também pode apodrecêlo, o que freqüentemente o faz.
D- Problema genético por inversão dos genes determinantes do sexo, havendo possibilidade de fenotipia masculina com genotipia feminina e vice-versa. O defeito ou desvio genético causa, segundo muitos sexólogos, mudança na estrutura cerebral: homem com cérebro
feminino(menos neurônios), mulher com cérebro masculino(mais neurônios), além da inversão dos hemisférios cerebrais. Defeito genético é possível, sem qualquer afetação da racionalidade, da volição e da cognição; fator hereditário, no entanto, é bastante improvável.
Os homossexuais não são, em média, nem mais nem menos inteligentes que os heterossexuais: são apenas efeminados ou masculinizados, se respectivamente homens ou mulheres.
E- O animal possui o instinto reprodutor ou energia reprodutora. O homem, além de condicionar o impulso reprodutor pela racionalidade, possui um fortíssimo elemento de origem hormonal: a libido, que atua no sistema mental, fixando e fortalecendo os psiquismos: masculino, no homem e feminino, na mulher, determinantes da heterossexualidade.
Quando a libido atua fortemente no psiquismo feminino do homem, gera nele preferência homossexual. Quando atua predominantemente no psiquismo masculino da mulher, produz nela atração pelo mesmo sexo1.
Quando a libido dinamiza intermitentemente, na mesma pessoa, os psiquismos masculinos e femininos, ela se torna, alternadamente, bissexual. Quando a libido predomina condicionantemente no psiquismo oposto, não predominante, surge a transexualidade, a incapacidade de assumir o sexo aparente.
Muitos transexuais “mudam de sexo” por cirurgia, exteriorizando o sexo genético ou fixando, social e fisicamente, o psiquismo da libido predominante. O homossexualismo, portanto, teria como causa a inversão dos psiquismos sexuais predominantes por ação deslocada da libido.
O homossexual pode externar ou não a homossexualidade, praticar ou não o homossexualismo.
Há muitos que jamais se relacionaram sexualmente com parceiros do mesmo sexo.
O fenótipo nem sempre determina homossexualidade.
Ela pode permanecer, se a sua causa for genética, mas o homossexualismo é evitável ou “curável” por “decisiva vontade própria” e por regeneração.
Os exemplos são numerosos e auspiciosos.
A Igreja tem o dever de amar, respeitar e compreender o homossexual, considerando-o vítima e não, em princípio, agente consciente da homossexualidade, mas não aceita, orientada pelas Escrituras, as práticas homossexuais.
Como quaisquer pecadores podem, e têm sido, regenerados, salvos por Jesus e incluídos na Igreja.
As Escrituras condenam a prática homossexual: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação”( Lv 18.22 cf Lv 20.13).
A pederastia, condenada por Deus, foi a causa da destruição de Sodoma e Gomorra cujos homens desejaram prostituir os anjos do Senhor( Gn 19.). O homossexualismo era comum nos povos antigos.
Em muitas culturas o menino, ao atingir de 12 a 15 anos, era iniciado na vida masculina, recebendo o sêmen dos machos dominantes do clã por via anal e oral (Spencer, Colin, em Homossexualidade, Ed. Record, RJ, 1995).
Em decorrência da opressão sobre a mulher no antigo Israel e na quase totalidade dos povos vizinhos, não se tem referência clara sobre homossexualidade feminina. Com a libertação
da mulher, o que certamente estava oculto veio à tona: no universo feminino há tanto homossexualismo(lesbianismo) como no masculino, e com as mesmas origens, as mesmas manifestações, os mesmos estereótipos; igualmente pecaminosos.

